24-05-2010 | Turismo: a próxima grande aposta do franchising?

Não é novidade nenhuma que Portugal possui uma forte vocação replique montre france para o Turismo. Posicionado estrategicamente do ponto de vista geográfico no grupo de países do sul da Europa, região mundial que concentra o maior número de turistas recebidos, e aliando a esse posicionamento uma invejável variedade de produtos turísticos (desde o tradicional “sol e mar”, passando pelo turismo em espaço rural até ao emergente sector do turismo de negócios), Portugal aparece rotulado como um país fortemente virado para esta actividade, que representa a nível nacional mais de 10% do PIB e é responsável por 8% do emprego. Um emprego não-deslocalizável, ainda para mais.


A indústria turística é, por excelência,  uma área caracterizada por parcerias público-privadas. Sem entrar em grandes detalhes, as organizações públicas são responsáveis por garantir que existem condições legislativas e de concorrência para que os operadores Replique Montre económicos possam fomentar a sua actividade devidamente enquadrados. Estes, por outro lado, são a face visível do turismo português e estão na linha da frente, interagindo directamente com os turistas. As duas partes dependem por isso uma da outra.


Mas onde entra então o franchising?

Se olharmos para a actividade turística, rapidamente percebemos que esta é composta por uma enorme variedade e pluralidade de operadores, desde as agências de viagens aos restaurantes, passando como é óbvio pelos hotéis e muitos outros. No caso português, e em linhas gerais pela Europa fora, a intrusão do franchising no turismo aconteceu através dos serviços das agências de viagens e por extensão aos serviços de rent-a-car. A evolução dos hábitos de consumo, influenciados em grande parte pela democratização das novas tecnologias, em particular da Internet, que permitiu aos turistas terem acesso a replique montre suisse  um volume maior de informação em menos tempo, obrigou a uma reestruturação da oferta destes serviços e o aparecimento de cadeias internacionais permitiam centralizar toda uma logística complexa que isoladamente muitos deles não conseguiriam suportar.


No caso dos hotéis, dos estabelecimentos de restauração e bebidas ou mesmo nos de animação turística, tais como os clubes de golfe, conseguimos perceber essas duas situações. O caso mais visível é o dos estabelecimentos hoteleiros. É verdade que algumas das cadeias hoteleiras mais conhecidas têm já experimentado este modelo, mas a esmagadora maioria do sector continua a ser caracterizada por um sistema de gestão “familiar”. Contrariamente aos Estados Unidos, onde o franchising é o modelo mais desenvolvido e habitual e que já possui um grande reconhecimento e confiança por parte da comunidade financeira, a Europa, e por consequência Portugal, ainda dão os primeiros passos nesta nova tendência.

Tanto no caso dos hotéis como no resto dos serviços que Cheap Replica Watches  também ainda não foram totalmente “franchisados”,   um dos argumentos mais fortes apresentados para o insucesso desta variante em conquistar o sector do turismo prende-se com as características intrínsecas deste, ou seja, no facto de a maior atractividade de   um destino se basear exactamente na sua diferenciabilidade dos demais, no facto de ser único! O que vai, aparentemente, em contra da vontade de uniformização e estandardização que são associadas ao franchsing.


No entanto, este não é um obstáculo inultrapassável e, aliando a vontade dos grandes players do mercado em aumentar o market share de forma rápida mas que não implique investimentos demasiado avultados a esta situação pós-crise que é propícia ao relançamento desta actividade e ao facto de, em Portugal, o modelo de franchising já ter dado provas mais do que suficientes da sua fiabilidade e sucesso, parecem estar reunidas todas as replique montre de luxe condições necessárias para que surjam ideias inovadoras que torneiem esse mesmo obstáculo.


É difícil prever se esta resistência se vai manter ou se a mentalidade empreendedora dos empresários nacionais e internacionais vai ser mais forte,   mas uma coisa é certa: existe ainda um enorme potencial não aproveitado no sector do turismo em Portugal e a mim não me espantaria nada se este se tornasse na próxima grande aposta do franchising.

Alberto Cecílio
Consultor
Creative Minds


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